terça-feira, abril 15, 2008

Vitória sem contestação

José Eduardo Simões vence em toda a linha com uma diferença superior a 10% relativamente a João Campos.

 

Lista A

Listas D/E/C/B

Brancos+Nulos

Direcção

937

716

58+23

Assemb. Geral

925

734

68+14

Cons. Fiscal

888

752

82+14

Cons. Académico

901

736

84+18

 

E se o resultado para a Direcção é natural, a vitória em todos os outros órgãos torna bem mais expressiva a incapacidade demonstrada da oposição em se organizar e gizar uma estratégia conjunta.

Não conseguindo compreender alguns disparates que se escrevem, creio que o mais importante é continuar a trabalhar a construir o futuro. Arregaçar as mangas, preparar a próxima época, corrigir de vez os estatutos e cimentar o trabalho realizado na formção são os desafios mais prementes. Esses, e o de levar mais gente ao Estádio.

segunda-feira, abril 14, 2008

Futuro da Académica decide-se hoje

Depois de no campo, a equipa ter provado que está viva, hoje cabe aos sócios igual demonstração de força.

Com apenas uma lista a concorrer a todos os os órgãos sociais (lista A), existem contudo outras listas, tantas quantos os órgãos que estão em disputa (Direcção, Mesa da Assembleia Geral, Conselho Fiscal e Conselho Académico). Cabe aos sócios decidir.

As eleições decorrem hoje, das 10:00 às 22:00, no Pavilhão Eng.º Jorge Anjinho.

sábado, abril 12, 2008

11 de Abril de 2008

11 de Abril de 2008, passa a ser mais um marco histórico da nossa Briosa já por si cheia de história. A vitória sobre o Benfica em pleno estádio da luz, não se fica apenas pelo resultado expressivo de 3 bolas sem resposta, mas principalmente pela forma absolutamente heróica como a Académica se bateu do primeiro ao último minuto, tacticamente perfeita, em alta pressão, sempre com um forte sentido de vitória.

PARABÉNS BRIOSA!!!











quinta-feira, abril 10, 2008

O Debate Rádio Clube

Debate entre os dois candidatos à presidência da Académica-OAF, José Eduardo Simões (lista A) e João Francisco Campos (lista D) promovido em conjunto pelo Rádio Clube de Coimbra e pelo Diário "As Beiras".



















Frente a frente

A lista A e a lista D estão numa saúdavel guerra de comunicados sobre as promessas cumpridas/não cumpridas por José Eduardo Simões.  Acho que importa ver como as duas listas se debruçam sobre a mesma realidade, isto é, sobre os últimos 3 anos, para assim cada um fazer a sua comparação:

Lista A:

1. Concretizados

1.1.De Natureza Estratégica
• Inauguração da ACADEMIA DOLCE VITA
• Aquisição do Edifício dos Arcos do Jardim (PROCAC)
• Construção de Relvados Sintéticos para a Formação
• Manutenção da Académica na Super Liga
• Oposição à transformação da Académica numa SAD

1.2. Outros Objectivos e Acções
• Salários e Prestações Fiscais e Sociais em dia
• Aumento do número de atletas inscritos nas Escolinhas Briosa, na Formação e no Futsal (acréscimo de cerca de 20%)
• Aumento do número de atletas internacionais na Formação
• Aumento do número de atletas estudantes nas diversas equipas da Académica (valorização da Vertente Histórica Humanista da Académica)
• Apresentação de Proposta de Revisão dos Estatutos (em apreciação pelos Associados)


2. Em Fase adiantada de Concretização
• Qualificação dos meios humanos e equipamentos do Departamento Médico
• Renovação da frota de autocarros
• Diminuição do Passivo
• Organização dos serviços
• Criação de uma rede de prospecção progressivamente mais eficaz
• Reforço da ligação Académica /Universidade /Academia /Cidade /Região. Académica, símbolo de Coimbra


3. Não Concretizados
• Disputa de lugares de acesso a competições europeias
• Criação do Museu do Desporto Académico – para cujo estudo se reafirma total disponibilidade.

 

Já a lista D, diz sobre o mesmo período:

1. – REVISÃO ESTATUTÁRIA

 “Queremos proceder à revisão dos estatutos”, in Diário de Coimbra, 05-11-2004, ideia esta que foi reforçada por Almeida Santos, na qualidade de Presidente da Mesa da Assembleia-geral no dia da tomada de posse (14-01-2005), ao deixar o alerta de que era necessário rever os actuais estatutos que são “piores que maus, são péssimos. Têm lacunas e são confusos. Temos de dotar a Académica de estatutos condizentes com os seus pergaminhos”. 

Abril de 2008 – A revisão estatutária, tão propalada dado o seu carácter urgente, permaneceu 3 anos na bruma. A Académica continua a ter uns estatutos que, no entender de Almeida Santos, não são condizentes com os seus pergaminhos, que têm lacunas e que não são cumpridos.  

2. – CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA DE INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES QUE FACILITEM A AQUISIÇÃO DOS PASSES DOS JOGADORES

 “Temos de criar uma sociedade que seja capaz de substituir a Académica em algo que a Académica não consegue fazer, que é adquirir activos; essa sociedade pode ter o nome de Académica Investimentos e Participações Sociais”, in Diário de Coimbra, 05-11-2004, acrescentando mais tarde que “a criação de um fundo de investimento dedicado à aquisição de alguns jogadores prioritários que possam ser uma mais valia para o clube é para nós uma prioridade muito forte que queremos implementar a curto prazo”, in Despertar, 03-12-2004. 

Abril de 2008 – Não só a direcção presidida por José Eduardo Simões não procedeu à criação de uma empresa de Investimentos e Participações como não rentabilizou activos. A Académica, desde 2003, procedeu à inscrição de 90 (!) jogadores, o que evidencia a total falta de critério ao nível da gestão desportiva, capacidade de identificar e rentabilizar talentos, assim como dotar a equipa de uma estrutura sólida, coerente, que confira um mínimo de identidade à equipa. 

3. – AQUISIÇÃO DA SEDE DO PROCAC NOS ARCOS DO JARDIM (?)

 “Comprometo-me a adquirir para a Académica o edifício dos Arcos do Jardim, nas condições que forem acordadas com o Conselho de Administração do PROCAC, em Janeiro de 2005”, in As Beiras de 24-11-2004, aquando da apresentação da sua candidatura ao triénio subsequente. 

Abril de 2008 – A aquisição tem vindo a sofrer permanentes adiamentos, que nos colocam perante a verdadeira questão: há mesmo interesse em proceder à respectiva aquisição? Três anos não foram suficientes para acordar com o Conselho de Administração do PROCAC os termos da alienação? 
 
4. – CRIAÇÃO DA FUNDAÇÃO

 “Precisamos de proceder à criação de uma Fundação em que todos os bens imobiliários possam ser concentrados para que não haja tentações de hipotecas e de venda desses activos”, in Despertar, 03-12-2004. 

Trata-se de mais uma atoarda lançada em plena campanha eleitoral que não passou disso mesmo, sendo que o risco de hipotecas sobre os bens imobiliários e a “tentação” de venda desses mesmos bens, permanece viva, bem real e com razão de ser, dado o extraordinário aumento do passivo que se verificou nestes últimos 3 anos. 

5. – O SURGIMENTO DO MUSEU DA ACADÉMICA

“Considero estratégico criar aquilo que seria o Museu do desporto de Coimbra, que seria uno, pois incluiria tudo o que está na AAC, nomeadamente a Taça de Portugal conquistada em 1939, todos os troféus e todo o historial que existe na OAF”, in Despertar, 03-12-2004, reforçando esta promessa ao dizer que “é minha intenção criar o Museu do Desporto Académico de Coimbra, reunindo no mesmo local todos os troféus que andam por aí espalhados e se possam relembrar nele os principais feitos, figuras, eventos e conquistas desde a fundação da Académica”, in As Beiras, 03-12-2004. 

Abril de 2008 – A ideia de proceder à criação de um museu, que vinha de encontro aos anseios de muitos dos associados que sonham, ainda hoje, em poder estar em contacto com o espólio do clube no que aos troféus diz respeito, num espaço condigno e que reflicta a grandeza da Académica, não passou do papel e de mais uma tentativa de capitalizar junto dos sócios, que têm, actualmente, absoluta legitimidade de se sentirem defraudados e enganados em mais uma (vã) promessa eleitoralista. Os troféus permanecem, portanto, espalhados, ao desbarato, sem o mínimo de dignidade por aquilo que simbolizam, fazendo parte de um passado nobre que esta direcção teima em querer fazer esquecer, o que algo de insustentável para todo e qualquer adepto da Académica, que tem MEMÓRIA! 

6. – PROSPECÇÃO E FORMAÇÃO DE NOVOS TALENTOS COM RECURSO A PROTOCOLOS COM CLUBES DA REGIÃO CENTRO, IN Expresso, 11-12-2004

Abril de 2008 – O único protocolo existente actualmente é com o Tourizense, clube que mantém uma parceria, a nível nacional, com o Futebol Clube do Porto. Quer isto dizer que, não só a Académica não desenvolveu parcerias com clubes a nível da região centro, sendo evidente a ausência de toda e qualquer base de prospecção e formação de novos talentos a esse nível, como também o único protocolo existente e em vigor, apenas tem por finalidade permitir alguma rodagem aos jovens jogadores que saem dos nossos escalões de formação, que vêem vedada a possibilidade de ascender ao plantel principal em virtude do grande número de estrangeiros e jogadores emprestados aí existentes, sendo emprestados ao clube de Touriz, onde, muitas vezes, caem no esquecimento em detrimento de outros, oriundos do clube com o qual o Tourizense mantém, verdadeiramente, uma relação de filiação: o Futebol clube do porto. 

7. – REDUZIR O PASSIVO SEM COMPROMETER O ESFORÇO DE INVESTIMENTO

 “O passivo está hoje em sete milhões de euros”, in A Bola, 15-12-2004. Mais especificamente, e de acordo com o Relatório e Contas do 1.º semestre de 2004, o passivo ascendia então a 7.142.218,14 €. “ Com a minha direcção, a Académica passou a ser um clube viável e com as contas cristalinas”, in Diário as Beiras, 06-12-2004. 

Abril de 2008 – O último relatório e contas evidencia que o passivo da Académica ascende actualmente a 10,5 milhões de euros, consubstanciando um aumento de 3,5 milhões de euros face ao triénio anterior. Significa isto que a gestão de José Eduardo Simões levou a Académica a aumentar o seu passivo em 50% (!) face a 2004, a uma média impressionante de 1 milhão de euros anuais.

A ideia do saneamento financeiro da Briosa é tanto mais falsa se tivermos em conta que as receitas aumentaram significativamente, conforme refere o próprio José Eduardo Simões: “Temos um conjunto de receitas certas, permanentes, que nos dão segurança, que será estável ao longo dos próximos anos e o que nós podemos fazer é continuar este caminho, de forma a contrariar as despesas e manter uma equipa muito competitiva”, in Despertar, 03-12-2004.

Portanto, impõe-se apenas uma conclusão: se o volume de receitas aumentou significativamente, se essas receitas foram permanentes e estáveis, e se o passivo aumentou extraordinariamente sem qualquer tipo de correspondência a nível desportivo, a direcção da Académica falhou num dos seus principais desígnios, comprometendo o futuro da Académica através de uma gestão ruinosa. 

8. – ESTABILIZAR A PRESENÇA NA LIGA PRINCIPAL DE FUTEBOL E ACEDER ÀS COMPETIÇÕES EUROPEIAS 

É possível chegar já esta época a uma classificação europeia”, declaração proferida no debate radiofónico na Antena 1, a 05-12-2004, in As Beiras, 06-12-2004 

Abril de 2008 – A Briosa tem garantido a permanência no escalão maior do futebol, ciclicamente, na derradeira jornada dos vários campeonatos em que tem participado. O orçamento para a equipa de futebol profissional, para a época de 2007/2008 rondou os 4,6 milhões de euros, o sexto mais elevado da Liga Bwin. Apesar disso, a Briosa permanece nos últimos lugares da tabela classificativa, não conseguindo fazer face a clubes de menor dimensão, com orçamentos significativamente mais baixos, mas que logram lutar pelos lugares cimeiros. A Europa tem sido, com José Eduardo Simões, uma mera utopia ou miragem. 

A nível de treinadores, passaram pela Académica Artur Jorge, Vitor Oliveira, João Carlos Pereira, Nelo Vingada, Manuel Machado, Domingos Paciência. Denominador comum? O facto de nenhum deles se ter imposto.

A nível de jogadores, foram apenas 90 os inscritos nos últimos 3 anos, o que evidencia tudo menos estabilidade. Falta de coerência na política de contratações, vendas de jogadores ao desbarato, falta de identidade. 

9. – MINIMIZAR A POLÍTICA DE JOGADORES EMPRESTADOS

 “Apenas em casos excepcionais recorreremos a jogadores emprestados”, declaração proferida no debate radiofónico na Antena 1, a 05-12-2004, in As Beiras, 06-12-2004. 

Abril de 2008 – A Académica tem tido no seu plantel principal, em todas as épocas, um mínimo de quatro/cinco jogadores emprestados, o que perfaz praticamente metade do onze titular. Salvo raras excepções, têm sido jogadores de valor questionável, que nada vêm acrescentar em termos qualitativos à equipa e impedem que os (poucos) jogadores formados na Briosa possam singrar na equipa principal.

10. – IMPLEMENTAÇÃO DE UM MODELO DE JOGO

 “Junto da Faculdade de Ciências do Desporto da Universidade de Coimbra estamos a trabalhar naquilo que será o modelo da Académica:a sistematização do modelo de jogo, pois com o mestre Cândido de Oliveira tínhamos um modelo definido e queremos voltar a ter um modelo próprio”, in A Bola, 15-12-2004. 

Abril de 2008 – A Académica não tem hoje nenhum modelo de jogo definido, tendo vindo a descaracterizar o seu futebol, fruto das constantes entradas e saídas de treinadores e de jogadores, o que contribui para a total perda de identidade da equipa, bem patente no divórcio que se verifica entre o clube a os adeptos, cada vez mais ausentes do estádio. 

11. – AUMENTAR O NÚMERO DE SÓCIOS PARA 30.000 
“Queremos chegar aos 30.000 sócios”, in Campeão das Províncias, 27-01-2005. 

Abril de 2008 – A realidade do clube, ao nível de sócios pagantes, á absolutamente desoladora, pois apenas pouco mais de 3.000 o são. Uma diferença abismal para o que havia sido prometido e que apenas vem comprovar que a massa adepta não se identifica com esta Académica, vindo progressivamente a distanciar-se dela. 

12. – NOVAS VALÊNCIAS PARA O PAVILHÃO OAF

 “O objectivo é dotar o pavilhão Jorge Anjinho de outras valências e conforto, passando a infra-estrutura a usufruir de habitações (estúdios), escritórios e serviços”, in Diário de Coimbra de 23-04-2005 

Abril de 2008 – O pavilhão Jorge Anjinho não foi requalificado e continua à espera dessas mesmas valências, permanecendo esta como mais uma das muitas promessas não cumpridas por José Eduardo Simões. 

13. – A CONCLUSÃO DA ACADEMIA BRIOSA XXI

 “A partir de Fevereiro (2005) irão ser instalados os relvados sintéticos e no início da próxima temporada (2005/2006), as camadas jovens estarão concentradas na Academia, e a aposta na formação vai ser ainda mais forte”, in O Jogo, 01-01-2005. 

Abril de 2008 – Apenas quase três anos depois do previsto se concluiu o Centro Dr. Francisco Soares, com os custos inegáveis que isso teve, quer em termos financeiros como da própria equipa de futebol e formação. Em ternos de aposta na formação, os resultados são praticamente nulos. Os últimos jogadores que ascenderam dos escalões jovens foram Zé Castro, Nuno Piloto e Vítor Vinha, sendo que nos últimos 3 anos se assistiu a uma preocupante estagnação a esse nível. 

quarta-feira, abril 09, 2008

Mais amadores

A Lista D também tem um site. E apesar de terem quem saiba trabalhar no Photoshop não sabem fazer sites. Amador, portanto. Deve ser sina.
a lista C (Conselho Fiscal) resolveu fazer um blog. Acho bem. Ao menos é assumidamente amador, sai mais barato e não assumem a pretensão de fazer um site. E podem dizer o mesmo ou mais que os outros num site.

segunda-feira, abril 07, 2008

Amadorismo em acção

Uma das coisas que nunca percebi muito bem, é porque tudo o que tinha de ser Académico era amador. O principal apelo que as coisas "amadoras" trazem é que não custam dinheiro. É verdade. Mas também raramente geram dinheiro ou trazem sucesso quando competem com profissionais. Exemplo de amadorismo aqui, no site da Lista A. Louve-se a ideia de criar o site, lamente-se a ideia de o deixar entregue a um amador. Afinal a candidatura é à AAC/OAF não à AAC, ou não?
Do último fim de semana, além dos dois pontos perdidos, há a registar a lesão de Joeano, que o vai manter afastado dos relvados nos próximos 4 meses.
Joeano já foi operado e deverá regressar no fim de Agosto.

Esperemos que a lesão faça com que não regresse ao Beitar e possa ser emprestado à Briosa mais um ano.

sexta-feira, abril 04, 2008

Coincidências?

"Segundo a imprensa de hoje, em causa estão três acusações de coacção sobre as equipas de arbitragem nos jogos Benfica-Boavista (3-2), Belenenses-Boavista (1-1) e Boavista-Académica (0-0).

O regulamento da Liga prevê as penas de despromoção e multa de 50.000 a 200.000 euros para este tipo de ilícito desportivo, que terá sido cometido na época 2003/04, sobre as equipas de arbitragem lideradas por Elmano Santos, Bruno Paixão e Jorge Sousa, respectivamente." in O Sol

"Jorge Sousa foi o árbitro nomeado para arbitrar o Académica-V. Setúbal do próximo sábado,..." in site oficial

 

Já sabemos como chegou ao topo. Fará o Setúbal parte dos protegidos? Ou vai ser honesto para variar?

terça-feira, abril 01, 2008

A Liga

Enquanto a nossa Liga é tema de vergonha a nível internacional, ficamos a saber que Estrela da Amadora e Boavista não têm dinheiro para pagar aos seus atletas numa indisfarçável distorção da verdade desportiva.

Até quando vamos ter de suportar isto? Os clubes entregam um orçamento no início da época que nem vale o papel onde está escrito. Seria bem melhor entregarem uma garantia bancária que seria imediatamente accionada em casos como este. Continua a mandar a chico-espertice.

Nós, por cá, sem dinheiro para ter plantel extenso vamos ter de jogar este fim de semana sem Irineu e Pavlovic (lesionados),  Lito, Paulo Sérgio e Vítor Vinha (castigados). Quase meia equipa de jogadores titulares de fora.