
Agradecendo, de um modo especial aos que, visitando e comentando, enriquecem este blog, formulo votos de um Feliz Ano de 2009.
in O JogoGarcés (na foto) e Cléber continuam sem dar notícias. Os dois jogadores, que deviam ter regressado a Coimbra no domingo, depois das miniférias de Natal, continuam ausentes do trabalho e voltaram a falhar a sessão matinal de ontem. Deste modo, a dupla está sob alçada disciplinar e é aguardada a qualquer momento em Coimbra, embora já não deva participar no embate com o Leixões. No entanto, um dos cenários prováveis, nesta altura, poderá passar pela saída de ambos da Académica. Cléber, contratado há um ano, ainda não conseguiu impor-se e é a terceira opção para a esquerda da defesa (Pedro Costa e Edson são as primeiras escolhas e há a possibilidade de Fredy assinar). O caso de Garcés é diferente, até porque o panamense foi, frequentemente, titular e é mesmo o melhor marcador da equipa (três golos). Contudo, o camisola 99, já tinha manifestado intenção de sair em Janeiro, pelo que não será de estranhar que queira dar um novo rumo à carreira. Entretanto, a direcção da Académica já colocou no sítio oficial do clube a proposta de alteração dos estatutos, onde consta, por exemplo, que os dirigentes possam ser remunerados e que o acto eleitoral seja em Junho.
in O Jogo
O defesa-esquerdo Cléber, com contrato com a Académica até 2010, não quer voltar a Coimbra e aproveitou a pausa de Natal para regressar em definitivo ao Brasil, disse à Agência Lusa fonte próxima do jogador. Segundo a mesma fonte, o jogador confidenciou que apenas comprou bilhete de ida e preparou um regresso à sua terra de forma definitiva. O facto de estar insatisfeito por ter sido pouco utilizado pelo treinador Domingos Paciência, as saudades da família e o desejo de regressar ao Brasil terão pesado na sua decisão. A solução para este problema pode passar por um empréstimo a um clube brasileiro ou a rescisão do contrato com o atleta. A Agência Lusa contactou com a direcção do clube, que apenas confirmou que o atleta está sob a alçada disciplinar, não adiantando mais pormenores sobre o processo em causa. Já o treinador Domingos Paciência adiantou “estar preparado para tudo”. “A sua chegada devia ocorrer no dia 28. A partir daí, a questão já me ultrapassa. Quem não está satisfeito no plantel, só tem que falar com a direcção”, concluiu o técnico.
"A remuneração de qualquer membro da Direcção é decidida pelo Conselho Fiscal, tendo como limite máximo vencimento de director-geral da função pública"

O F.C. Porto encara a reabertura do mercado de transferência com ponderação, denotando pouca disponibilidade para fazer investimentos avultados. O clube portista pondera somente alterações de circunstância, compensando eventuais lacunas no plantel. Stepanov, por exemplo, pretende abandonar o Dragão para jogar com regularidade. Edson, cedido à Académica, pode fazer o caminho inverso. O brasileiro sente-se preparado para o desafio.
O empresário de Stepanov confirmou ao Maisfutebol, na passada semana, o interesse do jogador em ser utilizado de forma assídua, abrindo a porta a uma transferência a título definitivo ou temporário. O F.C. Porto está a estudar o caso do central sérvio, procurando alternativas para compensar a sua saída. Gabriel Mercado (Racing de Avellaneda), conforme adiantámos, volta a equacionado nesta fase, mas a contenção de gastos poderá motivar a aposta num elemento dos quadros do clube.Nuno André Coelho, cedido ao Estrela da Amadora, tem enorme capital de confiança no seio de Dragão, mas a polivalência de Edson marca pontos a favor do defesa brasileiro. Na Académica, Domingos Paciência já utilizou o internacional sub-20 como lateral esquerdo, precisamente o calcanhar de Aquiles no F.C. Porto de Jesualdo Ferreira.«Fui adquirindo confiança como lateral»«Sempre deixei claro, desde a minha chegada a Portugal, que representar a equipa principal do F.C. Porto era o meu grande objectivo. Tenho enormes expectativas em relação a esse momento, mas por enquanto ainda não sei de nada. Resta-me continuar a trabalhar para dar o melhor contributo possível na Académica», começa por dizer Edson.Edson Henrique da Silva tem 21 anos e foi contratado ao Figueirense no início de 2008. O defesa representou a selecção de sub-20 do Brasil no Mundial da categoria, a par do grande amigo David Luiz (Benfica) e Leandro Lima, entre outros. Forte e esquerdino, o jogador foi cedido ao Belenenses na segunda metade da época passada, transitando para a Académica neste defeso. Até ao momento, realizou cinco jogos na Liga 2008/09.O jovem brasileiro sente-se preparado para singrar no Dragão. «Desde o momento em que aqui cheguei, tenho trabalhado para chegar ao plantel do F.C. Porto. Estou em Portugal há um ano e sinto-me adaptado a este futebol, a esta realidade. Seria um bom momento para ser chamado, mas espero com tranquilidade. Fui colocado como lateral esquerdo na Académica e, com o tempo, fui-me sentindo confortável, fui adquirindo confiança e acho que posso desempenhar bem essas funções», conclui, em conversa com o Maisfutebol.
A Académica resolveu retirar a proposta de renovação que fez ao médio Nuno Piloto, com o qual havia encetado negociações antes do encontro com o F.C. Porto, no final de Novembro.
A revelação foi feita ao Maisfutebol por um dos empresários do jogador, na sequência das acusações do presidente dos estudantes, que, na última assembleia geral do clube, acusou os representantes do jogador de manterem um «comportamento execrável» neste processo.
«Nunca, em tempo algum, fechámos a porta à renovação com a Académica. Se alguém o fez, terá sido o clube porque, ao que soube pelos dirigentes, a proposta inicial que fizeram foi retirada», revelou Nuno Rolo.
Quanto às acusações de José Eduardo Simões, o agente preferiu remeter uma resposta para quando o caso estiver resolvido. «Para bem do Nuno e da gestão da sua carreira, entendemos que só devemos falar quando tudo estiver terminado.»
Recorde-se que a proposta apresentada pela Académica para a renovação do contrato de Nuno Piloto, subcapitão dos estudantes, cujo vínculo expira no final da época, contemplava valores sensivelmente iguais aos que aufere actualmente, pelo que a oferta não foi aceite.
in O JogoO presidente da Académica, José Eduardo Simões, insistiu ontem na construção de um novo estádio para 12 a 13 mil espectadores, durante a Assembleia Geral para aprovação do Relatório e Contas de 2007/08. “Os custos de manutenção do actual estádio serão incomportáveis em 2014, daí a necessidade imperiosa de construir um novo, para 12/13 mil pessoas”, afirmou o presidente, no final da AG, acrescentando que se tiver de assumir as despesas totais do estádio, “a Académica vai ao buraco. É uma questão de sobrevivência”. O presidente alega ainda que o Estádio Cidade de Coimbra comporta vários erros de estrutura, como, por exemplo, o caso de “infiltrações”, que já causam despesas graves para o clube. “Gosto imenso do estádio, mas há que pensar noutra solução”, acrescentou o dirigente da “Briosa”, instituição que tem contrato de exploração do Estádio Municipal de Coimbra por 10 anos, até 2014. A rescisão unilateral por justa causa - a 02 de Dezembro - do contrato com a TBZ, que suportava todos os custos e obtenção de receita da gestão do mesmo, cabendo à AAC/OAF um rendimento mensal, poderá ter acelerado a concretização deste novo projecto. A ideia de um novo recinto desportivo acolheu inclusivamente receptividade num parágrafo da página 6 do Relatório e Contas, discutido e aprovado pela maioria dos cerca de 70 associados presentes numa fria noite de domingo, em plena época festiva. No capítulo relativo aos objectivos traçados pela actual direcção e que constam no programa eleitoral das últimas eleições, são lançadas as sementes do projecto da actual direcção. “A necessidade de descanso e manutenção do relvado natural, e de utilização de campos deste tipo para os diversos escalões, leva a colocar como objectivo a aquisição de terreno que permita a construção de dois campos de futebol de 11 (com piso natural), sendo que um deles deve evoluir para a concretização de um Estádio com capacidade para 12 a 13.000 espectadores”, diz o documento. O presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Carlos Encarnação, questionado pela Agência Lusa sobre esta matéria, não quis tecer qualquer comentário.
Portugal gravita fora desta órbita que tem conduzido outras ligas a lucros crescentes. O último relatório sobre as finanças do futebol publicado em 2008 pela Deloitte indica que os clubes da Liga portuguesa receberam 46 milhões de euros em direitos de transmissão. Esse montante, relativo à época 2005/2006 (a última com resultados disponíveis), fica aquém dos 69 milhões encaixados pela Eredivisie holandesa, não chega a dez por cento das receitas televisivas da Bundesliga alemã (480 milhões de euros por temporada) e fica a anos-luz dos 557 milhões de euros de receita dos 20 clubes da Liga espanhola
O canal Sport TV atingiu em 2008 o número de 600 mil assinantes. Cada um dos subscritores pagará uma mensalidade de 23,99 euros, o que significa que as receitas do canal com assinaturas andam à volta dos 14 milhões de euros por mês. Multiplicando este montante pelo número de meses por ano, obtém-se uma receita anual só com assinaturas na ordem dos 268 milhões de euros. Ou seja, a receita deste canal, que é detido pela Olivedesportos (50 por cento) e a ZON (50 por cento), é quase o quádruplo do que encaixam os clubes que vendem os direitos à Olivedesportos, empresa de Joaquim Oliveira