sexta-feira, maio 11, 2007

De passagem

"Há tempos li um artigo de um político no jornal 'Público', com o título 'Portugal, um país de pequenos e médios vigaristas'. Este artigo não poderia assentar melhor nas últimas arbitragens de Olegário Benquerença e Paulo Baptista", vincou Manuel Machado, que ainda assim elogiou o trabalho dos árbitros portugueses, no geral.

Record, 11 Maio 2007

Mas há notícias que dão vontade de rir

Eu sei que o estilo caceteiro é apreciado por aquelas bandas, mas será que basta?

quinta-feira, maio 10, 2007

Contratações e dispensas

Perto de acabar o campeonato e com a permanência quase garantida é normal que se comece a pensar a próxima época. Conscientes disso, os empresários também se começam a movimentar e não há nada que valorize mais um jogador do que sair um notícia no jornal a dizer que tem outro clube interessado.

Só que os dois jogos que faltam ainda são importantes. E os jogadores devem concentrar-se exclusivamente neles e não a pensar se ficam ou se saem.

Este blog vai manter total silêncio sobre este assunto - contratações e dispensas - até o campeonato encerrar. Depois far-se-ão os balanços.

quarta-feira, maio 09, 2007

Pedro Roma comenta

"As críticas do Sporting não têm justificação até porque foi das equipas que ao longo da época apresentou um dos piores relvados da I Liga, chegando ao ponto de ter de o substituir"

terça-feira, maio 08, 2007

Inveja, pressão, ou desculpas?

O SCP está alarmado pelo facto de se realizar o concerto do George Michael no sábado, estando o jogo com a Briosa marcado para Domingo. A preocupação com o estado do relvado poderia ser legítima, se não viesse de quem vem.

Não foi o SCP que obrigou todas as equipas visitantes a jogarem num relvado deplorável no final do ano passado, porque não tinha dinheiro para o substituir? Não foram os jogadores do SCP que em conferências de imprensa alertavam publicamente os seus dirigentes que o relvado de Alvalade era uma lástima? Onde estava essa preocupação?

Parece-me que o fundamento é outro. Desde há muito que os dirigentes leoninos tentam rentabilizar o seu Estádio com eventos alternativos, mas por inépcia ou por outros motivos não o têm conseguido. Coimbra, uma cidade sem aeroporto, vai ter o seu segundo concerto desde 2003 com figuras nível mundial. Tantos quantos já teve o Estádio José de Alvalade - Phil Collins, U2 (2005) - que a 25 de Junho irá ter o terceiro concerto da sua história . E sabem qual vai ser? Esses mesmos. Os Rolling Stones, se ainda estiverem vivos, com a digressão "Bigger Band" que já anda na estrada desde 2005.

A diferença portanto é que em Coimbra há quem trabalhe bem nesta área (produções musicais) e isso incomoda Alvalade. Se ninguém tiver espectáculos bons, podem-se sempre inventar desculpas, mas custa perder para quem com menores recursos consegue os mesmos resultados.

Por isso, parece-me que todo este alarido resulta de um misto de inveja, tentativa de pressão sobre os dirigentes da Briosa e um preparar de terreno caso as coisas não corram bem.

Não sei se o relvado estará bom, mas tenho a certeza que não estará tão mau como o de Alvalade já esteve e que não será de certeza o pior relvado onde o SCP jogou esta época. Todo o barulho que se faça a este respeito, será a espuma própria da época

segunda-feira, maio 07, 2007

Com a calculadora em punho - III

AAC (26)

Setúbal (21)

Beira Mar (22)

Aves (22)

(C) SCP (C) SLB (F) Nacional (C) Amadora
(F) SLB (F) Naval (C) Paços (F) FCP

Continuo a pensar que o Setúbal tem o bilhete comprado para a descida. Equipa desiquilibrada, desmotivada, e calendário pouco acessível parecem condenar este clube histórico.

Quanto à manutenção da Briosa, a vitória sobre o Beira Mar colocou as coisas relativamente garantidas. Não é de prever que Aves e Beira Mar ganhem todos os jogos até ao fim do campeonato. Por isso, nestes dois jogos grandes a Briosa deve jogar sem complexos, mostrando o seu melhor futebol. Estou convicto que assim pontuaremos.

sábado, maio 05, 2007

Mais um ponto

Com muito sofrimento, com Pedro Roma em grande a garantir a inviolabilidade das redes académicas, a Briosa consegue amealhar mais um ponto, mantendo-se esta tendência de ser mais "fácil" pontuar fora do que em casa.

A duas jornadas do fim, a Briosa consegue 3V, 2E, 9D em casa, compensados por 3V, 6E e 5D fora.

Mantendo o estilo, devemos empatar com o Sporting e ir ganhar à Luz.

terça-feira, maio 01, 2007

Ocean's Thirteen

Após o sucesso de Ocean's Eleven and Ocean's Twelve, interpretado por George Clooney, surge agora a sequela integralmente rodada no estádio Cidade de Coimbra, agora com actores bem conhecidos na nossa praça.
Velhos heróis na arte de roubar escondidos nos bastidores contratam agora três novos comparsas altamente especializados, que levam a cabo um golpe genial presenciado ao vivo por quinze mil espectadores.
Com este golpe conseguem o feito inédito de roubar a nossa Briosa e simultaneamente os concorrentes directos do Braga no acesso ao quarto lugar da BWin, esvaziando ainda os cofres da verdade desportiva do nosso futebol.

A não perder ...
Em exibição no nosso blog.


Analisado por outros olhos

O MOMENTO 90’+5’

Penálti, gritou bem alto

A Académica tentava desesperadamente encontrar o caminho para a baliza de Paulo Santos. Sem discernimento, é certo, mais com o coração do que com a cabeça, mas os pupilos de Manuel Machado despejavam bolas para a grande-área do Braga, em jogadas (?) que os defesas bracarenses iam anulando com maior ou menor dificuldade. Até que, numa altura em que já estava ultrapassado o tempo de compensação indicado pelo quarto árbitro, Paulo Jorge cortou com a mão, dentro da sua grande-área, a bola cruzada por Miguel Pedro. A grande penalidade foi vista, e gritada, por todos os adeptos e jogadores da casa, mas Olegário Benquerença, que até nem estava muito longe, mandou seguir a jogada. Mal!

ÁRBITRO

Mais valia ter ficado em casa

Olegário Benquerença podia ter pedido dispensa. Esteve mal disciplinar e tecnicamente. in O Jogo

Opinião no Jornal de Notícias

Aos 57 minutos, a Briosa viu a vida a andar para trás, com Kaká a ser expulso com segundo amarelo, numa decisão que nos pareceu exagerada.

[...]

O defesa Paulo Jorge cortou a bola com a mão, mas o árbitro, a quatro metros do lance, não viu um penálti evidente.