Hoje, dia 1 de Abril, os jornais da Região dão à estampa duas entrevistas de João Francisco Campos. Tirando o simbolismo da data, vale a pena ler no Diário de Coimbra e no diário As Beiras.
Entrevistas sóbrias, sem atoardas nem disparates.
Hoje, dia 1 de Abril, os jornais da Região dão à estampa duas entrevistas de João Francisco Campos. Tirando o simbolismo da data, vale a pena ler no Diário de Coimbra e no diário As Beiras.
Entrevistas sóbrias, sem atoardas nem disparates.
O único momento positivo do jogo na Reboleira foi o golo de Lito, jogador que vai ficar afastado no próximo jogo em casa por ter visto o 5º amarelo:
Este golo marcado aos 20 minutos, repunha justiça no marcador, uma vez que 5 minutos antes tínhamos sofrido este:
Depois Vinha é expulso e sofremos este aos 30 minutos:
Em desvantagem e com um jogador a menos, fomos tentando fazer pela vida. Criámos algumas situações de perigo, mas sem sucesso. Até que perto do fim (aos 81 minutos), e quando a Briosa estava numa altura de arriscar tudo, sofremos o terceiro e último golo.
Esperemos que este erro de Vinha, o ajude a tornar um melhor jogador.
Há duas listas para a Assembleia Geral, a saber:
Lista A:
| Presidente | Paulo Cardoso Mota Pinto | Sócio n.º 1396 |
| Vice-Presidente | Joaquim Luís Borges | Sócio n.º 490 |
| 1.º Secretário | Maria José Vicente | Sócio n.º 2373 |
| 2.º Secretário | Carlos Cidade | Sócio n.º 3761 |
| Suplentes: | ||
| José Eduardo Figueiredo Dias | Sócio n.º 1900 | |
| Rui Umbelino | Sócio n.º 455 |
Lista E:
| Presidente | José Manuel Ferreira da Silva | Sócio n.º 540 |
| Vice-Presidente | Manuel António de Almeida Ribeiro | Sócio n.º 1073 |
| 1.º Secretário | Fernando Pompeu Lima e Veiga Santos Costa | Sócio n.º 1640 |
| 2.º Secretário | José Eduardo Lima e Veiga Ferraz Martins | Sócio n.º 2153 |
| Suplentes: | ||
| José da Costa Soares | Sócio n.º 2388 | |
| Luís Pedro David Reis | Sócio n.º 2072 |
Hoje a Lista E fez a sua primeira intervenção. E o que promete ela?
"A missão do presidente da Mesa da Assembleia Geral é cumprir e fazer cumprir os estatutos, coisa que não tem acontecido até agora com o actual presidente da direcção, que não cumpre, alegando reserva."
Esta poderia ser a declaração mais tonta e disparatada se o caso não fosse sério. Se é uma lista para a Assembleia Geral, porque fala no actual Presidente da Direcção?
Se há críticas a fazer, elas devem ser feitas ao actual Presidente da Assembleia Geral, que parece que não foi capaz de fazer cumprir os estatutos, ou não será? Mas para criticar Almeida Santos era preciso ter coragem e o ilustre José Manuel Ferreira da Silva parece que a deixou algures.
Almeida Santos vem hoje clarificar uma situação que, pessoalmente acho, merecia ser clarificada. Estou a referir-me ao facto de não aparecer como cabeça de lista do Conselho Académico. Além de dizer que é apenas um órgão consultivo, diz também que tem pouca actividade tendo rematado com a seguinte frase:
"Nem me lembro se reuniu alguma vez durante o meu mandato"
Já relativamente ao seu apoio ao actual Presidente este não poderia ter sido mais inequívoco:
"Confirmo que serei o mandatário. Faço-o por solidariedade e só não me candidato às actuais funções porque a idade já me pede para ter juízo"
São 5 as listas que vão a sufrágio. Cinco? Uma fartura. Mas os nomes (e as ideias) parecem ser sempre os mesmos. Desilusão.
Uma das críticas que tem sido apontada à actual Direcção é a sua suposta falta de coesão. Analisemos então o seguinte:
Dos sete elementos que compõem a actual Direcção apenas José Eduardo Simões e o vice-presidente Luís Godinho figuram na Lista A, registando-se as saídas de Vasco Gervásio, António Preto, João Paulo Fernandes, Ricardo Lopes e Luís Neves.
Contudo António Preto segue com o Presidente, mas agora como candidato a presidente do Conselho Fiscal.
Vasco Gervásio e Luís Neves não integram qualquer lista e João Paulo Fernandes e Ricardo Lopes apresentam-se agora como opositores, integrando a Lista D, liderada por João Francisco Campos, que apenas concorre à Direcção.
Em resumo, da actual Direcção, três continuam com o Presidente, dois concorrem contra o Presidente e os outros dois, provavelmente exaustos de serem o fiel da balança resolveram descansar.
Apesar de tudo o que Hermínio Loureiro diz, os números são claros: a Taça da Liga deste ano foi uma oportunidade perdida. Estiveram 106.235 espectadores em 38 jogos o que dá uma fantástica média de 2.795 espectadores por jogo.
É preciso não esquecer que esta competição contou com a participação de todas as equipas ditas profissionais e teve uma ampla exposição mediática. Daí o ser importante analisar o porquê do falhanço. Aqui fica a minha contribuição:
1. Péssimo calendário
Quem fez o calendário, prestou um péssimo serviço ao futebol. Mais de metade dos clubes só efecturam um jogo, numa competição que tinha como objectivo principal aumentar o número de jogos para as equipas de menor dimensão.
2. Inutilidade da prova
Qual a diferença entre vencer a Taça da Liga e a Taça Intercalar? Ficar em sexto no Campeonato Nacional ou vencer a Taça de Portugal dão muito mais prestígio (acesso à UEFA) do que a Taça da Liga.
Se querem que seja um troféu levado a sério, criem o respectivo incentivo.
3. Enquadramento do futebol nacional
Temos demasiados clubes nas Ligas Profissionais. Demasiados clubes para a nossa dimensão. Mas com uma Liga que depende dos votos dos pequenos para ser eleita, nunca há-de existir coragem para se fazer aquilo que todos dizem em surdina devia ser feito - excluir os clubes sem viabilidade financeira.
Depois de alguns boatos que insinuavam que Filipe Teixeira teria uma má relação com os actuais dirigentes da Briosa, é bom saber que o jogador escolheu a Briosa para recuperar da grave lesão que sofreu - uma rotura do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo.
Que recupere bem, é o nosso maior desejo.
Pavlovic vai ficar de baixa duas a três semanas.
Numa altura em que este jogador se estava a afirmar como indiscutível no meio campo da Briosa, é mais uma vez vítima de uma lesão que o impedirá, pelo menos, de jogar na Amadora. Esperemos que recupere para a recepção ao Setúbal.